Boca do Acre registrou neste domingo (30) a maior temperatura de 2026 até agora: 38,1°C. Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que mediu a marca pela estação automática instalada no prédio da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A sensação térmica passou dos 40°C.
O recorde foi batido durante a tarde, quando o calor atingiu o pico. A estação do Inmet registrou a máxima em meio a uma condição de calor intenso que afetou a região. Quem acompanha o clima local sabe: quando o sol está a pino e a umidade alta, a sensação de abafamento supera o número do termômetro.
Para quem está na cidade ou planeja visitar a região, a orientação é clara: hidratação constante e evitar exposição ao sol nos horários mais quentes. O calor extremo não é só desconforto, é um risco à saúde, especialmente para crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.
A marca de 38,1°C é a maior do ano, mas o cenário pode mudar nas próximas semanas. O calor na Amazônia costuma se intensificar entre agosto e outubro, e a tendência é que novos recordes apareçam. Acompanhar os boletins do Inmet é a forma mais segura de se preparar.
O registro do Inmet em Boca do Acre reforça o que moradores da região já sentem na pele: o calor de 2026 está acima da média histórica. A estação da UEA, que captou o recorde, é referência para o monitoramento climático local. como se proteger do calor extremo
Enquanto a temperatura subir, a regra é a mesma: água, sombra e bom senso. O marujo sabe que o calor no rio é diferente do calor na terra firme, mas a precaução vale para todos. previsão do tempo no Amazonas
