A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, iniciou nesta quarta-feira (16) as atividades de educação ambiental do programa Cuidar Rio Branco: A Cidade Cuida. A Gente Preserva. A primeira ação foi realizada na Escola Municipal de Educação Infantil Francisca Aragão Silva, no bairro Geraldo Fleming.
O programa leva às escolas municipais a discussão sobre conservação ambiental no cotidiano urbano. A escolha da educação infantil como ponto de partida não é casual: é nessa faixa etária que hábitos de descarte, consumo de água e cuidado com espaços coletivos se formam. A escola Francisca Aragão Silva, no Geraldo Fleming, abre essa sequência.
Educação ambiental em escola é uma das formas mais diretas de aplicar a regra de conservação que orienta unidades de conservação e políticas municipais: prevenir o dano é mais eficaz do que remediar depois. Quando a comunidade escolar entende de onde vem a água, para onde vai o resíduo e por que a mata ciliar protege o rio, a pressão sobre o ambiente diminui na origem.
O Cuidar Rio Branco chega em um momento em que cidades amazônicas enfrentam pressão crescente sobre igarapés, áreas verdes e destinação de resíduos. A resposta municipal, neste caso, começa pela formação das crianças e, por extensão, das famílias que elas alcançam. É uma estratégia de baixo custo e efeito cumulativo.
Para quem acompanha turismo de baixo impacto, o paralelo é direto: visitar sem deixar rastro começa em casa, com o que se ensina na escola. A ilha agradece quem cuida, e a cidade também. Operadoras certificadas e projetos de conservação costumam reforçar essa base escolar em suas próprias ações de campo.
A Prefeitura de Rio Branco não divulgou o cronograma completo das próximas escolas nem o número de alunos alcançados. O que se sabe é que a primeira etapa ocorreu nesta quarta-feira (16), na unidade do Geraldo Fleming, e que o programa tem como lema "A Cidade Cuida. A Gente Preserva."
O que o turista e o morador devem evitar: descartar resíduo em via pública, queimar vegetação em quintais e ocupar margens de igarapé sem orientação técnica. São práticas que anulam, na prática, o esforço de educação ambiental feito nas escolas.
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