Acusado de estuprar filha de 3 anos e enteada de 13 é preso em Feijó
O homem acusado de estuprar a filha de três anos e a enteada de 13 anos foi preso em Feijó, no interior do Acre. A captura foi realizada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de Feijó, em parceria com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e a Polícia Civil. Ele estava foragido desde fevereiro deste ano.
Como foi a prisão do suspeito
Segundo a promotora substituta Giovana Kohata, o suspeito foi encontrado em um seringal no município de Feijó. Para a captura, foi acionado um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). A operação conjunta permitiu localizar o homem que vinha sendo procurado desde o início do ano.
Decisão judicial que manteve a prisão
O Ministério Público obteve, perante a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), a decisão que manteve a prisão preventiva decretada em fevereiro. A medida ocorreu após a Vara Criminal da Comarca de Feijó ter recusado inicialmente o pedido de prisão. Com a nova decisão, o suspeito permanece detido enquanto responde às acusações.
O papel das autoridades na captura
A promotora substituta Giovana Kohata atuou diretamente na operação que resultou na prisão. A parceria entre o MP-AC, a Sejusp e a Polícia Civil foi essencial para localizar o foragido. O uso do helicóptero do Ciopaer demonstrou a articulação entre as forças de segurança para dar cumprimento à ordem judicial.
Perguntas Frequentes
Onde o acusado foi preso?
Ele foi encontrado em um seringal no município de Feijó, no interior do Acre.
Quem participou da operação de prisão?
A operação envolveu o Ministério Público do Acre, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública e a Polícia Civil, com apoio do Ciopaer.
Desde quando o suspeito estava foragido?
Ele estava foragido desde fevereiro deste ano.
Quem é a promotora responsável pelo caso?
A promotora substituta Giovana Kohata, da Promotoria de Justiça Criminal de Feijó, acompanhou a operação.
O que o Tribunal de Justiça decidiu sobre o caso?
A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre manteve a prisão preventiva decretada em fevereiro.
