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Produtora do filme de Bolsonaro nega irregularidades após inquérito

ResumoA GoUp Entertainment, produtora do filme "Dark Horse" sobre Jair Bolsonaro, nega irregularidades após inquérito autorizado pelo Supremo Tribunal Federal. A empresa afirma ter prestado contas espontaneamente e que laudo técnico comprova a origem privada dos recursos utilizados na produção cinematográfica.

A GoUp Entertainment, produtora do filme Dark Horse sobre Jair Bolsonaro, nega irregularidades após inquérito autorizado pelo STF. Empresa diz que prestou contas espontaneamente e que laudo técnico aponta origem privada dos recursos.

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Produtora do filme de Bolsonaro nega irregularidades após inquérito
Produtora do filme de Bolsonaro nega irregularidades após inquéritoFoto: Reprodução · Pacha Floripa

Produtora do filme de Bolsonaro nega irregularidades após inquérito

A GoUp Entertainment, produtora do filme Dark Horse sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), negou irregularidades no financiamento da produção após a abertura de um inquérito autorizado pelo ministro André Mendonça, do STF. A empresa afirma que a investigação da Polícia Federal comprovará a regularidade da origem e da destinação dos recursos.

GoUp Entertainment se manifesta sobre inquérito do STF

Nesta quinta-feira (23/7), a GoUp Entertainment divulgou nota dizendo ter recebido "com serenidade" a decisão de André Mendonça. Para a produtora, a medida apenas permite o aprofundamento das investigações, sem representar qualquer conclusão sobre irregularidades.

Prestação de contas foi apresentada antes do inquérito

A GoUp informou que, antes mesmo da instauração do inquérito pela PF, apresentou espontaneamente a prestação de contas completa da produção às autoridades. O documento foi protocolado em 11 de junho, numa investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo.

Laudo técnico aponta origem privada dos recursos

Segundo a produtora, um laudo técnico concluiu que os recursos usados no filme têm "origem privada, são documentalmente identificáveis e plenamente rastreáveis". A nota reafirma que não foram empregados recursos públicos nem incentivos fiscais.

Investidores protegidos por sigilo, mas dados podem ser apresentados

A GoUp afirmou que as informações sobre os investidores estão protegidas por cláusulas de confidencialidade e pelos sigilos bancário e fiscal. No entanto, os dados dos financiadores poderão ser apresentados às "autoridades competentes quando legalmente requerida".

O que muda para quem acompanha o caso?

Para o público que acompanha o financiamento de produções políticas, o caso levanta questões sobre transparência. A produtora diz ter agido dentro da lei, mas o inquérito pode trazer mais clareza sobre a origem do dinheiro. Se você já contribuiu com campanhas ou produções partidárias, fique atento: a prestação de contas é obrigatória e deve ser documentada.

como funciona a prestação de contas de campanhas políticas

Perguntas Frequentes

O que é o filme Dark Horse?

É uma produção da GoUp Entertainment que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Quem autorizou o inquérito?

O ministro André Mendonça, do STF, autorizou a abertura da investigação.

A produtora já prestou contas?

Sim. A GoUp protocolou a prestação de contas em 11 de junho, numa investigação da Polícia Civil de São Paulo.

Houve uso de dinheiro público no filme?

A produtora nega. Segundo laudo técnico, os recursos têm origem privada e são rastreáveis.

Os investidores serão revelados?

A GoUp afirma que os dados estão protegidos por sigilo, mas podem ser apresentados às autoridades quando legalmente requerido.

Priscila Nunes
Sobre o autor · Editora de viagem econômica

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