Rio Branco deu mais um passo no fortalecimento da gestão sustentável de resíduos sólidos. Por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o município firmou um Termo de Compromisso com o Instituto Brasileiro de Energia Reciclável (IBER) para operacionalizar o sistema de logística reversa de baterias de chumbo-ácido. A medida coloca a capital acreana em rota direta com a economia circular, algo que quem vive do mar aprende cedo: nada se perde, tudo se reaproveita.
Na prática, o Termo de Compromisso organiza o caminho que a bateria usada percorre desde o ponto de descarte até a destinação correta. Para o consumidor, o efeito é claro: em vez de descartar a bateria velha em qualquer lugar, ela entra num fluxo que evita contaminação do solo e da água. A logística reversa não é só papel, é rota de segurança.
A parceria com o IBER, que atua na reciclagem de energia, dá suporte técnico para que o sistema funcione de fato. A Prefeitura, por sua vez, garante a estrutura municipal e o envolvimento da população. Quem já navegou por águas turvas sabe: sem um ponto de coleta bem definido, o lixo volta pra costa. Aqui, o mesmo princípio vale para as baterias.
O avanço é mais um capítulo na agenda ambiental de Rio Branco, que vem consolidando práticas de gestão de resíduos. A expectativa é que o sistema ganhe escala nos próximos meses, com pontos de entrega acessíveis e campanhas de conscientização. Ainda não há detalhes sobre prazos ou locais específicos, mas o caminho está traçado.
Para o consumidor, a recomendação é simples: ao trocar a bateria do carro ou de equipamentos, procure os canais oficiais de descarte. A logística reversa só funciona se a ponta final, você, fizer a sua parte. No mar ou na terra, a regra é a mesma: devolver ao ciclo o que já cumpriu sua função. logística reversa em outras cidades
