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Greve CPTM linhas 11, 12 e 13: o que muda hoje

ResumoA greve da CPTM nas linhas 11, 12 e 13 começa à meia-noite desta segunda-feira (3), após assembleia aprovar paralisação. O movimento exige revisão da privatização e garantia de emprego para 4 mil trabalhadores. A operação dessas linhas sofre alterações imediatas, com possíveis atrasos e cancelamentos. Passageiros devem buscar alternativas de transporte.

Assembleia da CPTM aprovou greve nas linhas 11, 12 e 13 a partir da meia-noite desta segunda-feira (3). Movimento pede revisão da privatização e garantia de emprego para 4 mil trabalhadores.

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Checklist praia itens: essenciais para Florianópolis em 2025Foto: Reprodução · Pacha Floripa

Trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 da CPTM entram em greve

A assembleia dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) aprovou greve a partir da meia-noite desta segunda-feira (3) nas linhas 11, 12 e 13. O movimento não afeta as demais linhas de trem paulistas.

O que você precisa saber: a paralisação atinge três linhas que atendem a região leste e o aeroporto de Guarulhos. Quem depende desses trens precisa de plano B para hoje.

Greve CPTM: o que os trabalhadores reivindicam

O grupo, filiado ao Sindicato dos Trabalhadores(as) em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, pede a revisão do processo de privatização das linhas. A concessão foi concluída em julho e temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades da empresa Trívia, que assumiu a concessão.

Entre os pleitos estão:

  • Garantia de emprego para 4 mil trabalhadores
  • Cancelamento da privatização, considerada pouco transparente e lesiva aos interesses dos paulistas e dos trabalhadores

Como a greve afeta o seu trajeto

Se você usa as linhas 11, 12 ou 13, o impacto é direto. A paralisação começa à meia-noite, então o pior horário tende a ser o pico da manhã. As demais linhas seguem operando normalmente.

O custo de um plano B varia. Um ônibus da região leste ao centro de São Paulo sai em torno de R$ 5. Já o trajeto de táxi ou aplicativo pode passar de R$ 50, dependendo do ponto de partida. A alternativa mais barata é combinar carona ou sair mais cedo para pegar linhas de trem que não pararam.

Por que a privatização virou alvo da greve

A concessão foi considerada essencial para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana pelo governador Tarcísio de Freitas. O governo a comemorou como um modelo para futuras concessões em outros serviços públicos.

Os trabalhadores discordam. Para o sindicato, o processo foi pouco transparente e prejudica os paulistas e a categoria. O incêndio na primeira semana da Trívia reforçou a desconfiança.

O que acontece com quem depende das linhas 11, 12 e 13

Quem mora em bairros como Itaim Paulista, Guaianases ou Mogi das Cruzes, e depende da linha 11, precisa de alternativa. A linha 12 liga a zona leste a Suzano. A 13, que vai ao aeroporto de Guarulhos, é a mais nova e a única com conexão direta ao terminal.

O custo de perder um dia de trabalho pode ser alto. Se você não tem vale-transporte por ônibus, o gasto extra com aplicativo ou táxi pode comer parte do salário do dia. O truque para economizar aqui é sair de casa mais cedo e usar linhas de ônibus municipais que conectam a estações de outras linhas da CPTM.

Histórico e próximos passos da negociação

O movimento grevista foi aprovado há duas semanas, quando a categoria estabeleceu um prazo para negociação com o governo estadual. Agora, a greve é o instrumento para forçar a mesa.

A suspensão temporária da concessão após o incêndio abre janela para revisão. O governo, porém, defende o modelo. A bola está com o estado.

Perguntas Frequentes

Quais linhas da CPTM estão em greve?

As linhas 11, 12 e 13. As demais linhas de trem paulistas seguem operando normalmente.

Quando começa a greve?

À meia-noite desta segunda-feira (3), após aprovação em assembleia dos trabalhadores.

Quem decidiu a greve?

A assembleia dos trabalhadores da CPTM, filiada ao Sindicato dos Trabalhadores(as) em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil.

O que os trabalhadores pedem?

Revisão da privatização das linhas, garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e cancelamento da concessão.

A privatização foi suspensa?

Sim, temporariamente, após um incêndio na primeira semana de atividades da empresa Trívia, que assumiu a concessão.

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Priscila Nunes
Sobre o autor · Editora de viagem econômica

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