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Empresária suspeita de golpe de R$ 800 mil com vendas falsas está foragida

ResumoA empresária Vanessa Lorany Reges de Almeida, conhecida como Vanessa Marega, está foragida da Polícia Civil de Goiás. Vanessa Marega é investigada por suspeita de golpe de R$ 800 mil com vendas falsas de eletrodomésticos. A prisão preventiva não foi cumprida por não localização da investigada.

A empresária Vanessa Lorany Reges de Almeida, conhecida como Vanessa Marega, está foragida após a Polícia Civil de Goiás não localizá-la no cumprimento de mandado de prisão preventiva. Ela é investigada por suspeita de golpe de R$ 800 mil com vendas falsas de eletrodomésticos e e

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Empresária suspeita de golpe de R$ 800 mil com vendas falsas está foragida
Empresária suspeita de golpe de R$ 800 mil com vendas falsas está foragidaFoto: Reprodução · Pacha Floripa

Empresária suspeita de golpe de R$ 800 mil com vendas falsas está foragida

A empresária Vanessa Lorany Reges de Almeida, conhecida como Vanessa Marega, é considerada foragida pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) após não ser localizada durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva em Anápolis. Ela é investigada por suspeita de aplicar golpes na venda de eletrodomésticos e eletrônicos anunciados por preços muito abaixo do mercado, com prejuízo estimado de R$ 800 mil.

Como funcionava o golpe das vendas falsas

De acordo com a investigação da PCGO, Vanessa Marega anunciava eletrodomésticos e eletrônicos com valores atrativos, muito abaixo do praticado no mercado. Consumidores pagavam pelos produtos, mas nunca recebiam as mercadorias. O prejuízo estimado chega a cerca de R$ 800 mil, e a empresária responde a dezenas de processos cíveis de clientes que afirmam ter pago e não recebido.

Operação Chamariz: as buscas da polícia

A prisão preventiva foi decretada após representação da PCGO, com parecer favorável do Ministério Público de Goiás (MPGO). As buscas ocorreram durante a Operação Chamariz, deflagrada na manhã de quarta-feira (22) pelo Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC) da 3ª Delegacia Regional de Polícia, sob coordenação do delegado Leonilson de Sousa.

Mandados de busca e apreensão

Os policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão: um em um condomínio de chácaras no bairro Chácaras Atibaias e outro na Vila João Luiz de Oliveira, ambos ligados à investigada. Apesar das diligências, Vanessa Marega não foi encontrada.

Medidas de bloqueio de bens

Também foram determinadas medidas de bloqueio de bens e valores, incluindo o sequestro judicial de um imóvel utilizado como depósito e o bloqueio de contas bancárias da empresária e da empresa investigada. Essas ações visam garantir o ressarcimento das vítimas, caso a condenação ocorra.

O que diz a investigação

Segundo o delegado Leonilson de Sousa, as investigações continuam para localizar a suspeita, apurar a possível participação de outras pessoas e identificar novas vítimas. A PCGO não descarta que mais consumidores tenham sido lesados. golpes em compras online como se proteger

Consumidor: como evitar cair em golpes semelhantes

Para quem faz compras online, o caso de Vanessa Marega serve de alerta. Ofertas com preços muito abaixo do mercado são um dos principais sinais de alerta. Antes de pagar, vale pesquisar a reputação da empresa em sites de reclamação, verificar CNPJ e buscar referências de outros consumidores. direitos do consumidor em compras online

Perguntas Frequentes

O que aconteceu com Vanessa Marega?

Vanessa Lorany Reges de Almeida, conhecida como Vanessa Marega, é considerada foragida pela Polícia Civil de Goiás após não ser localizada durante cumprimento de mandado de prisão preventiva. Ela é investigada por suspeita de golpe de R$ 800 mil com vendas falsas.

Qual o valor do golpe?

O prejuízo estimado é de cerca de R$ 800 mil, segundo a investigação da PCGO.

Como a polícia agiu?

A Operação Chamariz foi deflagrada na manhã de quarta-feira (22) pelo GEIC da 3ª Delegacia Regional de Polícia, com dois mandados de busca e apreensão cumpridos em Anápolis.

O que foi bloqueado?

Foi determinado o sequestro judicial de um imóvel utilizado como depósito e o bloqueio de contas bancárias da empresária e da empresa investigada.

As vítimas podem ser ressarcidas?

Sim, as medidas de bloqueio de bens e valores visam garantir o ressarcimento, caso a condenação ocorra.

Onde denunciar?

A PCGO orienta que novas vítimas procurem a delegacia mais próxima para registrar ocorrência.

André Schmitt
Sobre o autor · Especialista em surfe e esportes de praia

Lê a previsão de ondulação como ninguém e indica o pico certo pro seu nível. Surfa Joaquina e Mole desde guri.

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