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Brasileia: Integrantes de organização criminosa condenados a mais de 200 anos

ResumoA Operação da Polícia Civil do Acre, em Brasileia, resultou na condenação de quatro integrantes de organização criminosa a penas que somam mais de 200 anos de prisão. Os crimes julgados foram os homicídios de três pessoas, ocorridos em abril de 2022, com sentenças em regime fechado obtidas pelo Ministério Público do Acre.

O Ministério Público do Acre obteve a condenação de quatro homens pelos homicídios de três pessoas em Brasileia, em abril de 2022. As penas somadas ultrapassam 200 anos de prisão, em regime fechado.

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Brasileia: Integrantes de organização criminosa condenados a mais de 200 anos
Brasileia: Integrantes de organização criminosa condenados a mais de 200 anosFoto: Reprodução · Pacha Floripa

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) obteve a condenação de quatro integrantes de organização criminosa pelos homicídios de André Gustavo Sales de Oliveira, Lucas Barbosa Bandeira e Wanderson Souza e Silva, crimes ocorridos em abril de 2022, no município de Brasileia. Quatro integrantes de organização criminosa foram condenados no Acre pelos homicídios de André Gustavo Sales de Oliveira, Lucas Barbosa Bandeira e Wanderson Souza e Silva, em Brasileia, em abril de 2022. As penas somam mais de 200 anos de prisão, em regime inicial fechado, sem direito a recorrer em liberdade.

O julgamento no Tribunal do Júri de Brasileia

Após mais de 15 horas de julgamento, o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Brasileia acolheu a tese do MPAC e condenou os réus por três homicídios triplamente qualificados, praticados por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas. Os acusados também foram condenados pelos crimes de cárcere privado e integração em organização criminosa armada.

A acusação foi sustentada pelos promotores de Justiça Luã Brito Barbosa, Renata Barbosa Ferreira e Caroline Caldas Correia, que atuaram durante toda a sessão de julgamento com base nas provas produzidas ao longo da investigação e da instrução processual.

As penas aplicadas a cada condenado

O juiz presidente José Leite de Paula Neto fixou as seguintes penas:

  • Natanael do Nascimento Salgueiro, conhecido como "Natan", foi condenado a 68 anos e 3 meses de reclusão.
  • Cleudo Freitas Rodrigues, o "Telzinho", a 54 anos e 6 meses.
  • Gabriel Sombra de Andrade a 24 anos.
  • Júnior de Souza Borges a 75 anos, 5 meses e 15 dias de reclusão.

Todos os condenados cumprirão as penas em regime inicial fechado. A Justiça também negou aos réus o direito de recorrer em liberdade, mantendo as prisões preventivas em razão da gravidade dos crimes e da periculosidade evidenciada nos autos.

A reação dos promotores e da comunidade

"Os jurados sorteados, moradores de Brasileia que abriram mão de um dia comum de suas vidas para servir à Justiça, analisaram o caso com seriedade e responsabilidade, debruçaram-se sobre as provas e, ao final de uma sessão longa e desgastante, disseram um 'não' categórico à violência que insiste em tentar dominar o município. Brasileia mostrou que não vai se curvar ao crime organizado", afirmaram os promotores de Justiça.

O que significa essa condenação para a segurança na região

A sentença representa um marco no combate ao crime organizado no interior do Acre. A condenação de quatro integrantes de organização criminosa por homicídios qualificados, com penas que somam mais de 200 anos, sinaliza que o sistema de Justiça está atuando com rigor. Para a população de Brasileia, a mensagem é clara: a violência que tentou dominar a cidade encontrou resistência no tribunal.

Perguntas Frequentes

Quem foram os condenados no julgamento de Brasileia?

Foram condenados Natanael do Nascimento Salgueiro (68 anos e 3 meses), Cleudo Freitas Rodrigues (54 anos e 6 meses), Gabriel Sombra de Andrade (24 anos) e Júnior de Souza Borges (75 anos, 5 meses e 15 dias).

Por quais crimes os réus foram condenados?

Por três homicídios triplamente qualificados, cárcere privado e integração em organização criminosa armada.

As vítimas eram quem?

André Gustavo Sales de Oliveira, Lucas Barbosa Bandeira e Wanderson Souza e Silva, mortos em abril de 2022.

Os condenados podem recorrer em liberdade?

Não. A Justiça negou o direito de recorrer em liberdade, mantendo as prisões preventivas.

Quem atuou na acusação do caso?

Os promotores de Justiça Luã Brito Barbosa, Renata Barbosa Ferreira e Caroline Caldas Correia.

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Henrique Cardoso
Sobre o autor · Colunista de turismo náutico

Navega a baía e as ilhas do entorno de leme em punho. Indica passeio de barco, marina e a melhor enseada pra fundear.

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