O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), apresentou denúncia à Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco contra 29 investigados por suposta participação em uma organização criminosa. A denúncia é resultado das investigações realizadas durante a Operação Convergência Nacional.
O MPAC denunciou 29 investigados por organização criminosa na Operação Convergência Nacional. A denúncia, apresentada pelo Gaeco à Vara de Delitos de Organizações Criminosas de Rio Branco, aponta dez integrantes na liderança do grupo. A investigação foi conduzida com a Draco, da Polícia Civil do Acre. Foram cumpridos mandados em Rio Branco, Epitaciolândia, Fortaleza, Florianópolis e Rio de Janeiro em 2 de junho de 2026.
Como a investigação identificou a organização criminosa
A apuração foi conduzida pelo Gaeco em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Polícia Civil do Acre. Segundo o MPAC, as investigações permitiram identificar a estrutura hierárquica do grupo, a divisão de funções entre os integrantes e a continuidade das atividades criminosas.
Quem são os denunciados e o papel de cada um
Entre os denunciados, dez são apontados pelo Ministério Público como integrantes da liderança da organização criminosa. Os demais responderão conforme a participação individual descrita na denúncia. A divisão de funções foi um dos pontos centrais da investigação.
As provas e os mandados cumpridos
As provas reunidas durante a investigação também embasaram pedidos de medidas cautelares. Os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão autorizados pela Justiça foram cumpridos no dia 2 de junho de 2026, durante a Operação Convergência Nacional, realizada em Rio Branco e Epitaciolândia, no Acre, além das cidades de Fortaleza (CE), Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro (RJ).
O que o MPAC pede na ação penal
Na ação penal, o MPAC solicita que a Justiça receba a denúncia, determine a citação dos acusados para apresentação de defesa e realize a oitiva das testemunhas. Ao fim do processo, o órgão pede a condenação dos denunciados, a fixação de um valor mínimo para reparação dos danos causados pelas infrações penais, a perda dos bens apreendidos em favor do Estado e o confisco de bens móveis, imóveis e ativos virtuais considerados incompatíveis com a renda lícita dos investigados nos últimos cinco anos, com fundamento na Lei Antimáfia.
Pedido de prisão preventiva e destinação de valores
Além disso, o Ministério Público requer o perdimento dos valores em dinheiro apreendidos durante a operação em favor do Educandário Santa Margarida e solicita a decretação da prisão preventiva de um dos denunciados, apontado como integrante da liderança e responsável pela movimentação financeira da organização criminosa.
Perguntas Frequentes
O que é a Operação Convergência Nacional?
É a operação que resultou na denúncia do MPAC contra 29 investigados por organização criminosa, com mandados cumpridos em 2 de junho de 2026.
Quantos investigados foram denunciados?
Foram 29 investigados denunciados pelo MPAC por suposta participação em organização criminosa.
Quantos são apontados como liderança?
Dez dos denunciados são apontados pelo Ministério Público como integrantes da liderança da organização criminosa.
O que o MPAC pede na denúncia?
O MPAC pede a condenação dos denunciados, reparação de danos, perda de bens apreendidos e confisco de bens com base na Lei Antimáfia, além da prisão preventiva de um dos líderes.
Para onde vão os valores apreendidos?
O MPAC requer o perdimento dos valores em dinheiro apreendidos em favor do Educandário Santa Margarida.
